está muito cedo para reclamar.
está muito tarde para reclamar.
a meia-noite confunde o sentido.
sexta-feira, 16 de março de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
#64
eu custei para entender a coerência na frase "eu gosto de você porque somos parecidos", dita há anos. o contato acabou e, de certa forma, fiquei aliviada pela suposta incompatibilidade. agora, no entanto, percebo que não sou tão diferente assim. e isso talvez seja um motivo para me odiar um pouquinho.
#63 niterói
as memórias afetivas não me levam para cá. elas me levam a outro lugar, mas creio que esse é o aspecto natural. as lembranças remetem mais ao passado e menos à condição atual. e a minha vontade é de visitar o que já se foi e recordar como eram - e quais eram - os pensamentos há alguns anos atrás.
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
sábado, 12 de novembro de 2011
#60
don't say you'll miss me
cuz I know you miss me
you keep blowing me kisses over the phone
cuz I know you miss me
you keep blowing me kisses over the phone
como já disse no post #12 - o qual o sistema do blogger fez questão de sumir com a imagem - beulah é altamente recomendado e é uma coisa divina de meu alah.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
#59 pela rua
não consigo pensar em nada ruim sobre o largo do machado.
hoje, andando pelas ruas e tentando descobrir se caminhava na direção certa para pegar o 751D, passei em frente a galeria em que ficava o consultório da minha ex-dentista. apesar dos meus pés, enclausurados num sapato um tanto quanto desconfortável, suplicarem pelo menor esforço possível, entrei. só para ver o que havia mudado. e parecia que tudo havia permanecido igual. a velha e saudosa loja da chomp continuava lá e a tão superestimada esfiha do largo do machado dava um ar de grandeza à galeria, acostumada com lanchonetes pequenas.
saí e continuei andando pelas ruas, em busca de um ponto de ônibus no qual o 751D não passe lotado. várias lembranças passaram pela minha mente, a maioria da infância. a mais recente tinha sido da ida à exposição do dave lachapelle no oi futuro, há alguns anos.
nas grades do finado cine paissandu, cartazes reivindicavam pela sua volta, e foi por ali que parei, no ponto de ônibus em frente ao cinema. meus pensamentos diziam para andar até a marquês de abrantes, ver se o jornaleiro da banca em frente ao pão de açúcar ainda era o nosso ex-vizinho. preguiça, porém, falou mais alto e fiz o sinal para o 751D, com um sorriso no rosto.
de fato, mudanças são essenciais. essas recordações não seriam tão boas sem elas.
(post relacionado ao #34)
hoje, andando pelas ruas e tentando descobrir se caminhava na direção certa para pegar o 751D, passei em frente a galeria em que ficava o consultório da minha ex-dentista. apesar dos meus pés, enclausurados num sapato um tanto quanto desconfortável, suplicarem pelo menor esforço possível, entrei. só para ver o que havia mudado. e parecia que tudo havia permanecido igual. a velha e saudosa loja da chomp continuava lá e a tão superestimada esfiha do largo do machado dava um ar de grandeza à galeria, acostumada com lanchonetes pequenas.
saí e continuei andando pelas ruas, em busca de um ponto de ônibus no qual o 751D não passe lotado. várias lembranças passaram pela minha mente, a maioria da infância. a mais recente tinha sido da ida à exposição do dave lachapelle no oi futuro, há alguns anos.
nas grades do finado cine paissandu, cartazes reivindicavam pela sua volta, e foi por ali que parei, no ponto de ônibus em frente ao cinema. meus pensamentos diziam para andar até a marquês de abrantes, ver se o jornaleiro da banca em frente ao pão de açúcar ainda era o nosso ex-vizinho. preguiça, porém, falou mais alto e fiz o sinal para o 751D, com um sorriso no rosto.
de fato, mudanças são essenciais. essas recordações não seriam tão boas sem elas.
(post relacionado ao #34)
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
terça-feira, 18 de outubro de 2011
#56
acho que minha maior ilusão é achar que, assim que eu terminar esse pesadelo que atende pelo nome "monografia", terei tempo para me envolver com narrativas e romances escritos por outros autores, roteiros que fazem meus olhos marejar e canções que simplesmente poderiam ser a trilha sonora da minha vida.
não. isso não irá acontecer, mas gosto de acreditar que sim.
é o meu combustível.
não. isso não irá acontecer, mas gosto de acreditar que sim.
é o meu combustível.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
#53
a vantagem do blog é que ele é sooooooo 2003 e ninguém irá ler. isso é um benefício. nevermind o capital social.
#50
as madrugadas ociosas deixam um buraco e saudade. a sensação de olhar para o relógio, que marca 2h32, para contar as horas de sono é amarga. pensar está me tirando as forças; imaginar, o ânimo. concluir um curso de graduação está sendo uma mistura de ansiedade - a boa - e frustração. cada dia mais eu acho que a minha hipocondria evolui alguns níveis, TDAH talking and more. mal posso esperar pelo DSM-V. o estômago ronca, aumentando a fome e consumindo as palavras. infelizmente não há vice-versa nisso faz um bom tempo. parei de alimentar minha solitária. desculpa, Llosa, mas masoquismo sentimental não está mais funcionando como fonte de energia. pelo menos não para a escrita. essa cama é espaçosa demais para se dormir sozinha. ou eu tenho outro corpo ou troco por uma de solteiro, mais acolhedora, porém não mais que braços. os sonhos poderiam ser melhores também. isso ajudaria bastante no ato de fechar os olhos. preciso de auto-controle, auto-confiança, foco, racionalismo igualado ao sentimentalismo e dele. e talvez o efeito placebo da água de melissa. mas nunca funcionou comigo anyway.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
#49
odeio usar "é a tpm" como desculpa, mas só assim mesmo para explicar essas oscilações de humor e não parecer chata.
um dia ainda vou chegar à conclusão que, de fato, sou a pior pessoa do mundo em termos de temperamento. mamãe, esperta, já tinha me avisado.
quarta-feira, 9 de março de 2011
#48
Mesmo com alguns vestígios de textos escritos há seis anos, ainda me encontro inerte com as palavras. Nem variações de humor e hormonais dão um jeito nisso. Só posso dizer que continuo sentindo falta disso aqui, mesmo com essas meia dúzia de frases lançadas para os olhos de ninguém. Vai ver é melhor assim.
É, é sim.
terça-feira, 8 de março de 2011
#47
às vezes me pego procurando resquícios de blogs que já tive e cheguei à conclusão que em 2011 será diferente: não deletarei mais nada, por mais que a vergonha do que já foi escrito implore. promessa.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
#44
Com os dias voando em sua perspectiva de tempo, dormir na própria cama tornava-se, cada vez mais, uma atividade maçante.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
#43
Pessoas aleatórias me encantam. Ou eu me encanto com pessoas aleatórias.
Como aquele senhor, na loja em que comprei um vinil por vinte centavos, que comentou algo sobre Hurricane ser a melhor música do Bob Dylan.
Ou o taxista estrangeiro com mestrado na PUC que me guiou para um dos shows mais subestimados de 2007.
É assim... Pessoas aleatórias encantadoras desaparecem do mesmo jeito que surgem.
Como aquele senhor, na loja em que comprei um vinil por vinte centavos, que comentou algo sobre Hurricane ser a melhor música do Bob Dylan.
Ou o taxista estrangeiro com mestrado na PUC que me guiou para um dos shows mais subestimados de 2007.
É assim... Pessoas aleatórias encantadoras desaparecem do mesmo jeito que surgem.
domingo, 1 de novembro de 2009
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